Exposição Carlos Mariguella
Encerrou-se neste domingo, na Caixa Cultural, no centro do Rio, a exposição em lembrança aos 40 anos da morte de Carlos Marighella.
A curadoria foi de Isa Grinspum e Vladimir Sacchetta.
As fotos são minhas.
Carlos Marighella (1911-69), liderança do PCB, fundador da ALN
Foram dois meses de exposição e homenagens ao revolucionário comunista
Na reprodução, a carteira de militante do PCB
Antes e depois da prisão em 1936. As fotos serviram como prova da tortura praticada pela polícia política de Getúlio Vargas
Periódico clandestino do PCB na década de 1930
Os camaradas do Partidão em 1946, em breve período de legalidade
Um vídeo foi gravado especialmente para a mostra. No detalhe, o depoimento do historiador marxista Jacob Gorender
Mariguella, a mulher Clara Charf e a família
Carlos era filho da negra brasileira Maria Rita do Nascimento e do imigrante italiano Augusto Marighella
A organização revolucionária Ação Libertadora Nacional foi fundada em 1969
Carlos Marighella tornou-se o inimigo número 1 da ditadura de 1964
Sua principal obra, "Manual do Gurrilheiro Urbano", foi traduzida para dezenas de línguas e circulou o mundo
A revista Fatos e Fotos anuncia a morte de Marighella e o exílio de Caetano e Gil
A lápide improvisada foi substituída por um túmulo projetado por Niemeyer, com a frase: "Não tive tempo para ter medo"
No cartaz, uma última homenagem: deputado, companheiro, pai, amigo, guerrilheiro, comunista, brasileiro, baiano, negro, herói.


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